mãe é mãe, paca é paca

Feliz Dia das Mães! Que a sua não seja igual a essas!

Margaret White – Carrie, a Estranhamargaret whiteDona Margaret era uma fanática religiosa, abusiva e psicótica que enchia o saco dos vizinhos pecadores. Quem mais sofria era sua filha, a pobre Carrie. Depois da morte do pai, Margaret entrou num grupo fundamentalista. Ao transar e engravidar de Ralph White antes do casamento, ela se jogou da escada para induzir um aborto. Carrie foi concebida depois do casamento, quando Ralph estuprou Margaret após uma noite de bebedeira. Ela sentiu repulsa e prazer, uma contradição que ela nunca entendeu e que só piorou seu fanatismo. Quando Carrie ainda era uma criança, Margaret botou na cabeça que a filha era uma bruxa e tentou matá-la, impedida por Ralph. De todas as coisas horríveis que Margaret fez e disse para a filha, a pior foi prendê-la no quartinho com o Jesus Medonho.

Mary Lee Johnston – Preciosamary leeEssa mulher era uma demônia. Quando ela confessou seus pecados pra Mariah Carey, eu fiquei sem palavras e completamente no chão. Mary permitia que seu homem estuprasse Preciosa, foram tantas vezes que ela engravidou duas vezes. Mary a culpava por ter seduzido seu namorado, e por isso a maltratava e agredia diariamente. Mo’nique fez um trabalho tão assustador que até hoje eu tenho medo dela.

Barbara Daekeland – Pecados Inocentesbarbara Como a realidade é sempre mais estranha que a ficção, aqui o caso é baseado na trágica vida da socialite Barbara Daekeland. De origem humilde, ela se casou com um herdeiro milionário, com quem teve um filho. O casamento acabou por diversos motivos, pela instabilidade emocional dela, o abismo social entre os dois e o fato dele não aceitar a visível homossexualidade do filho, Antony. A relação de Barbara com Antony era de extrema dependência emocional. Ao mesmo tempo em que ela permitia o relacionamento dele com homens, ela o seduzia para “curar” sua homossexualidade. Sim, eles tinham uma relação incestuosa, completamente edipiana. O desfecho não poderia ter sido menos trágico. Antony a esfaqueou até a morte e foi mandado para um hospital-prisão psiquiátrico. Ao ser libertado, foi viver com a avó materna, e também a esfaqueou (felizmente sobreviveu). No presídio, foi encontrado morto com uma sacola na cabeça.

Betty Draper – Mad Men. betty draperNeste finalzinho de série, Betty disse a Don que pretende fazer mestrado em psicologia. Mal sabe ela o quanto é infantil. Tanto que seu confidente era o Glen, da idade da sua filha Sally. Pelo que consta, Betty se formou em antropologia e depois foi modelo na Itália. Ao voltar para Nova York, conheceu Don, com quem se casou e teve três filhos: Sally, Bobby e Eugene. Insegura, vive numa queda-de-braço com Sally. Ela é fria e dá os piores conselhos aos filhos. Quando Bobby reclamou que estava entendiado, ela disse: “Vá bater a cabeça contra a parede. Só gente chata fica entediada.”

Lori Grimes – The Walking Deadlori grimesNum apocalipse zumbi, a única coisa que ela dizia era: “Cadê o Carl?”. Ela estava sempre ocupada se agarrando com o Shane, discutindo com alguém (geralmente o marido), mandando o outro arranjar pílulas abortivas ou entendendo tudo errado. Quando aparecia cuidado do garoto, ela já soltava a deixa: “Fica olhando o Carl que eu já volto” ou “Carl, fique onde o Dale possa te ver, eu já volto”.

Norma Bates – Bates Motelnorma batesEla é insegura, infantil, manipuladora e está na tênue linha de uma relação incestuosa. Enfim, é o que a gente espera da mãe do Norman. Aliás, Norma e Norman! Sua cabeça é cheia de devaneios e ela não hesita em colocar o filho nas suas enrascadas. Até cúmplices de assassinatos eles são. Filha de uma mãe autoritária, Norma vê todas as mulheres como prostitutas sujas e indecentes. Quando descobriu que Norman perdeu a virgindade, ela surtou e foi atrás da menina. Não terá um final feliz.

Livia Soprano – The Sopranoslivia sopranoLivia simplesmente não nasceu para ser mãe. Ela dizia que seus três filhos eram como cachorros para ela. Tony era o filho que ela mais odiava, especialmente depois de ele tê-la colocado num asilo. Ao descobrir, pelo grampo do FBI, que sua mãe tramou seu assassinato duas vezes, Tony planejou matá-la. Livia teve um pseudo-derrame e se livrou da morte iminente. Ao sair do hospital, Tony cortou qualquer laço, inclusive financeiro, com ela, que foi viver com a filha Janice e seu então marido Richie. As coisas não deram muito certo. No final – que foi alterado por causa da morte da atriz Nancy Marchand – Livia morreu de derrame enquanto dormia.

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