acredite se puder 2

Mais histórias sem explicação! Parte 1 aqui. Mais esquisitices aqui.

O caso da mulher no ulmeiro1024px-Bella_graffitiNo dia 18 abril de 1943, os garotos Robert Hart, Thomas Willetts, Bob Farmer e Fred Payne saíram para procurar ninhos em Wychburry Hill, Inglaterra. Ao se depararem com um grande ulmeiro (elm), Bob Farmer subiu na árvore e encontrou uma caveira dentro de um buraco. Primeiro ele achou que era de um animal, mas logo viu que era humano, pois tinha cabelo e dentes. Bob devolveu a caveira e os garotos decidiram não falar nada sobre o que encontraram, pois temiam represálias por estarem em propriedade privada. Thomas, o mais novo, não aguentou guardar segredo e acabou contando aos pais.

A polícia foi ao local e encontrou não apenas a caveira, mas um esqueleto com uma aliança de ouro, fragmentos de roupas e sapatos. Uma mão foi encontrada no chão, perto da árvore. As primeiras análises concluíram que o esqueleto era de uma mulher e que ela estava morta havia 18 meses, provavelmente asfixiada, pois havia tafetá em sua boca e o esqueleto não apresentava nenhuma anormalidade. Também chegou-se a conclusão de que ela já havia parido e seu corpo foi colocado no buraco pouco tempo após a morte. Não foi possível identificar a mulher, pois o número de pessoas dadas como desaparecidas era enorme por conta da guerra.

Em 1953, Una Mossop foi à polícia e disse que seu primo, Jack Mossop, era um dos responsáveis pelo corpo na árvore. Segundo ela, Jack confessou ter saído para se encontrar com um amigo holandês num bar, este amigo estava com uma mulher, também holandesa. A mulher teria ficado bêbada e acabou desmaiando enquanto eles dirigiam. Os dois teriam colocado a mulher na árvore para fazer uma pegadinha, para que ela se assustasse e nunca mais bebesse tanto. Jack foi internado num manicômio por ter visões recorrentes de uma mulher olhando para ele de uma árvore. Ele morreu antes do corpo ser encontrado e esta explicação foi descartada pela polícia por falta de provas e também pela demora de quase 10 anos para a “confissão”.

Outra hipótese foi levantada por uma prostituta, em 1944,. Ela disse que a mulher se chamaria Bella, uma prostituta da região, desaparecida desde o último trimestre de 1941. A partir deste depoimento, uma pichação passou a questionar o mistério: Quem Colocou Bella no Ulmeiro (Who put Bella in the Wych Elm). Até hoje o caso não foi resolvido e o paradeiro do esqueleto é desconhecido. As hipóteses são muitas, desde ser realmente Bella até um ritual de magia negra.

O incidente do Passo Dyatlov800px-Dyatlov_Pass_incident_02Algo muito estranho aconteceu na noite do dia 2 de fevereiro de 1959, nos Montes Urais, Rússia. Nove experientes montanhistas estavam numa expedição para chegar à montanha Otorten (“Não Vá Até Lá”, em idioma Mansi), a 10 km do local do incidente. Segundo os diários encontrados, no dia 1 de fevereiro, o grupo tinha chegado no passo/caminho e planejava chegar ao outro lado no dia seguinte, mas o mal tempo fez o grupo se perder e ir para o oeste, em direção à montanha Kholat Syakhl. Ao perceberem o erro, eles decidiram acampar, já no dia 2. Algo os assustou muito naquela noite, a ponto de rasgar as barracas de dentro para fora e correr com a roupa do corpo até um bosque próximo. A temperatura era de – 20º C.

O grupo planejava voltar no dia 12, o que não ocorreu. Os familiares começaram a exigir buscas no dia 20, mas foi só no dia 26 que o exército soviético encontrou os destroços do acampamento. Pegadas na neve seguiam por 500 metros até a margem de um bosque, onde restos de uma fogueira e os três primeiros corpos foram encontrados, separados por centenas de metros. Todos estavam descalços e usavam apenas as roupas de baixo. A posição deles sugeria que queriam voltar ao acampamento. Nenhum dos três tinha ferimentos graves e provavelmente morreram de hipotermia. Os outros quatro corpos foram encontrados dois meses depois, cobertos por quatro metros de neve. Apesar de aparentemente não apresentarem nenhuma ferida externa, os corpos tinham severas fraturas cranianas e torácicas – algo que só uma forte colisão poderia causar. Um dos corpos estava sem a língua e as roupas tinham alto nível de radiação.

Primeiramente consideram a causa das mortes como um ataque dos índios Mansi, mas esta hipótese foi descartada porque não havia sinal de luta e apenas as pegadas dos montanhistas foram encontradas. O caso foi encerrado em maio de 1959 por falta de parte culposa, mas os documentos só foram divulgados em 1990, através de fotocópias com várias partes censuradas. Na época, o chefe de investigação se negou a assinar o relatório final. Em 1991, um acidente de avião matou nove pessoas na mesma região. Em Mansi, Kholat Syakhl significa Montanha da Morte, pois uma lenda conta que nove homens morreram lá tentando escapar de uma tempestade. Nunca vá lá num grupo de nove pessoas.

Dan Cooper. No dia 24 de novembro de 1971, um homem alto vestindo um terno preto embarcou sozinho no voo 305 da Northwest Airlines, saindo de Portland em direção a Seattle. No meio do voo, ele acendeu um cigarro e pediu uísque e refrigerante para a comissária. Em seguida, passou um bilhete para ela. A comissária, julgando ser o telefone dele numa tentativa de paquera, guardou no bolso. Ele disse que era melhor ela ler e o bilhete dizia: “Tenho uma bomba na minha maleta. Vou usá-la se necessário. Quero que você sente-se ao meu lado. Você está sendo sequestrada”. A comissária obedeceu e pediu para ver a bomba. Com toda a calma do mundo, ele abriu a maleta o suficiente para revelar cilindros vermelhos com fios e uma bateria. Ele exigiu 200 mil dólares, quatro paraquedas e um caminhão de combustível esperando em Seattle para abastecer o avião. A comissária passou o pedido para o comandante, que avisou o aeroporto de Seattle. Durante todo o tempo, Dan foi educado, calmo e gentil com a tripulação, e pareceu conhecer muito bem a geografia da região e também de aviação. Em Seattle, ele dispensou quase todos e voltou a voar com um mínimo de pessoas, dando instruções precisas. No momento de sua fuga, ele prendeu o dinheiro em seu corpo e mandou todos entrarem na cabine. Ele mesmo abriu a porta traseira e pulou sem deixar vestígios. O FBI mantem o caso em aberto, mas acredita que o homem não sobreviveu ao salto. O dinheiro nunca foi rastreado.

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