o impasse de alicia e o show de bizarrice do ryan murphy

tgw oppoArchie Panjabi vai sair de The Good Wife no fim desta temporada. Li a notícia com surpresa e só depois me dei conta de que a série já está na sexta temporada. É natural que atores procurem outras oportunidades depois de anos numa mesma produção, por isso a minha surpresa (Archie assinou contrato com a Fox e deve estrelar uma série em 2015/16). The Good Wife renasceu na temporada passada e deixou um gancho meio óbvio., de que Alicia recusaria a proposta de se candidatar à promotoria para receber Diane e sua turma no escritório. Felizmente não foi bem assim, a proposta de Eli rendeu bastante. O casal King foi esperto ao usar os rumores da candidatura de Alicia para fazer um link com a situação no escritório. Castro, o candidato favorito, ao saber que Alicia estava pensando em concorrer, usa Lemond Bishop para atacá-la. Quem paga o pato é Cary, que é preso e ainda se vê vencido na votação para aceitar ou não Diane. Os dois primeiros episódios foram o corre-corre para tirar Cary da prisão, nada demais, o que me incomodou foi a mão pesada no humor.

The Good Wife sempre teve aquele humor espontâneo e excêntrico, seja Elsbeth Tascioni ou a juíza do “in my opinion”. Mas nos dois primeiros episódios, os escapes soaram forçados. No terceiro, The Good Wife voltou a ser The Good Wife, só pra nos lembrar no excelente episódio seguinte, Oppo Research, que ela ainda é um dos melhores dramas da televisão. E Castro é o novo Wendy Scott-Carr.

Quem está fazendo review de todos os episódios desta temporada para o Freaks For Series é o José Eduardo. Corre lá pra ler. E sim, as reviews dele são melhores.

freak show– Amor, não foi você quem contratou este adorável e aparentemente inofensivo palhaço para entreter nosso convescote romântico? Oh, meu Deus! Ele vai nos matar!

Saindo do drama bem dosado da CBS, vamos para os excessos do Ryan Murphy e seu circo de bizarrices. AHS: Freak Show tem o início de temporada mais equilibrado da série. Não que isso seja a melhor coisa do mundo. Há menos desvios e mais concentração na história, mas aquele gosto de usado permanece. Pela quarta vez, a Jessica Lange é a diva que já teve dias melhores, a Lana Banana Sarah Paulson faz a mulher meio forte que é extremamente frágil e o Evan Peters… o cara excluído com um dom e cheio de violência contida. Há algo de novo e perturbador? Não, o palhaço Twisty é a síntese da série: feito para impressionar (talvez as vítimas do Silvio Santos) e meio entediado, vago… O fato é que ele é redundante como todos aqueles personagens que a gente sabe que estão lá apenas para morrer.

Desta vez, no caldeirão do Murphy tem David Bowie, Zodíaco, Rob Zombie e aqueles mil clichês que ele joga na tele e jura que são originais. Parei definitivamente com a série. Um desperdício de elenco. Conselho: corte Freak Show e veja Carnivàle.

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