através do espelho

JE3_7854.NEFTerror é um gênero difícil, é bom ou não. Dificilmente você revê um que não gostou. Mas alguns ficam presos na linha da dúvida, é o caso de O Espelho (Oculus), não confundir com o ruim Espelhos do Medo. 11 anos depois da fatídica noite em que seus pais morreram, dois irmãos tentam provar que a causa de todas as desgraças é um antigo espelho. Tim (Brenton Thwaites, o príncipe de Malévola), o irmão mais novo, foi preso acusado de ter matado os pais e passou por um tratamento psiquiátrico. Enquanto isso, sua irmã Kaylie (Karen Gillan) procurou e investigou o espelho por anos. Com a chance de tê-lo em mãos novamente, ela arma uma parafernália para provar sua teoria. 

O problema dos filmes de casas mal assombradas é aquela padronização: a necessidade de fazer a gente acreditar que ela é assombrada, mas há sempre um personagem cético que encontra mil explicações mesmo depois de ter sido agredido por um fantasma. Em O Espelho, esse papel é de Tim. Apesar de todas as lembranças e de Kaylie ter feito um levantamento de todas (t-o-d-a-s) as mortes envolvendo o espelho, Tim não acredita. Essa é a parte ruim. Perde-se um bom tempo nisso. Quer dizer, também é meio brega a cara de ‘rá, vocês não vão me pegar” da Kaylie toda vez que escapa de um truque do espelho. No mais, o diretor Mike Flanagan, que adapta seu curta Oculus: Chapter 3, faz um bom trabalho. Kaylie e Tim se perdem no tempo e na realidade, indo e voltando ao passado. O final é satisfatório.

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