nunca sem meu filho

Judi Dench in PhilomenaPhilomena Lee (Judi Dench) engravidou quando tinha 14 anos. Seu pai ficou tão chocado que a colocou num convento, onde ela teve Anthony. O que ela passou no convento foi tão ruim quanto ficar preso na casa da bruxa de João e Maria. Por achar que devia pagar por seus pecados, Philomena teve um parto complicado e sem anestesia. Durante quatro anos ela foi forçada a trabalhar todo santo dia na lavanderia e seu filho foi adotado (sem seu consentimento e nem despedida) com pouco mais de um ano. Philomena manteve sua história em segredo por 50 anos, inclusive da família.

Sua história acaba chegando aos ouvidos do jornalista Martin Sixsmith (Steve Coogan), que acabara de perder seu cargo no partido trabalhista. Martin então decide escrever uma matéria sobre Philomena e consegue contrato com uma editora. Então ambos começam a investigação que os leva até os Estados Unidos.

Apesar de o trailer mostrar o filme como edificante e coisa e tal (mão de Harvey Weintein), não há nada de bobo nele. A direção é de Stephen Frears (A Rainha), então por mais que Philomena seja uma mulher simples, otimista e devotada, ela nunca é pedante. E o cinismo de Martin não ultrapassa o bom senso. É uma história bonita, comovente, engraçada e mais que merece ser contada. Mas o filme, acima de tudo, é uma celebração do trabalho de Judi Dench.

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