o bom de estar atrasado

the killingLá em abril de 2011, eu postei sobre a estreia de The Killing. Falei muito bem da série, mas acabei não prosseguindo adiante, apenas mais uns três ou quatro episódios. De lá pra cá, The Killing ganhou uma segunda temporada, que esticou o caso da primeira temporada e frustrou fãs. A audiência caiu quase que pela metade e a AMC cancelou a série. Mais uma vez a Netflix salvou a pátria e ressuscitou a série para mais uma temporada (que promete ser resolvida no season finale). Esta terceira já estreou nos Estados Unidos pela mesma AMC e deve ficar disponível na Netflix em setembro.

Depois de ler ótimas críticas da estreia da terceira temporada, eu resolvi reencarar The Killing num domingo de manhã. A maratona das duas temporadas durou alguns poucos dias e a conclusão é que a série é excelente, melhor até do que as minhas impressões do piloto na estreia.

Já estou virando especialista em série de meninas assassinadas, só este ano, já é minha terceira, e não me canso de ver a beleza e segurança daquela investigação lentinha em que ao puxar uma linha, um emaranhado começa a se sair. O bom de ter me atrasado com The Killing é que pude ver as duas temporadas em sequência, e apesar de achar que esticaram demais o arco,  elas são impecáveis. Linden e Holder já são íntimos de casa, trabalho fabuloso de Mireille Enos e Joel Kinnaman, não só eles, mas todo o elenco.

Vou deixar a terceira temporada para setembro, pra poder ver tudo de uma vez. Acho que já é o novo jeito de se ver televisão.

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5 comentários em “o bom de estar atrasado”

  1. Já eu acho que é só mais um jeito de se ver televisão. Acho que funciona bem pra séries como The Killing, baseada em mistérios, com um ritmo mais lento e sem tanto hype. Por outro lado eu não trocaria a minha discussão semanal em cima de Mad Men e Game Of Thrones por nada. Game Of Thrones, por exemplo, é uma série até boa de se fazer maratona, mas aí você perde todas as discussões muito legais que rolam enquanto a temporada tá no ar. É que nem ver Lost agora, em maratona. Você pode até gostar da série, mas nunca vai ter o prazer que tanta gente teve de ser realmente um “fã de Lost”.

    1. Você tem toda a razão, mas é interessante como estas novas plataformas estão funcionando tão bem. Dois anos atrás, ou até menos, muitos desacreditavam que as Netflixes da vida seriam rentáveis, hoje elas fazem produções originais.
      Também não abro mão de acompanhar GoT e Mad Men semanalmente, essa graça da apreciação coletiva não tem preço – e esta temporada foi riquíssima nisso – mas eu acho que as pessoas estão perdendo isso. Tomara que não.

  2. Eu nao consigo fazer maratonas. Acho q fere o principio das séries de q o assistir deve ser partido, com ganchos.
    As discussões na net são um plus da sensação de se ver TV hoje em dia.

    Ow, já tá no episodio 4 de episódio de The Killing e nem sabia. Acho q preciso receber esses avisos do q estreia ou nao. Eu abstraio. Já coloquei pra baixar, vou ver agora enquanto há hiatus.

    1. É que esticaram o caso Larsen por duas temporadas. Entendo a insatisfação e também acho que não era necessário, mas a segunda temporada é bem mais ágil que a primeira, passa rapidinho.

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