faça a coisa certa

o vooA culpa é sempre do piloto. No caso de O Voo, a volta de Robert Zemeckis ao live-action depois de quase uma década na animação por captura de movimento, a culpa não é por um desastre, na verdade, ele é o herói, a questão é quem paga a conta do show.

O piloto é Wip Whitaker (Denzel Washington), um homem que não conseguiu superar o divórcio nem o afastamento do filho e se joga nas bebidas e na cocaína. Ao evitar um desastre aéreo, ele vai parar no hospital e fazem um exame de sangue, que revela seu histórico para as autoridades competentes. O que se vê a seguir são suas consequências, uma mídia que quer saber o que está acontecendo e uma ressaca daquelas.

Não acho que seja a melhor atuação do Denzel Washington, mas ele é o filme. Seu personagem tem muitas nuances, é um homem desagradável, feio, mas também é protetor e frágil. Como um todo, o filme é a grande ressaca de Whitaker, o que não é muito empolgante (com boas pontuações de John Goodman), e Zemeckis nos faz acreditar que uma redenção vai acontecer até o final do filme. Quer dizer, acontece, mas não como costuma acontecer nos outros filmes.

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