agentes e assassinos

Com a proximidade das estreias, o Showtime divulgou fotos de episódios das próximas temporadas de Dexter e Homeland.

De Dexter sabe-se que a sétima temporada será a primeira parte do encerramento da série, que vai ter seu derradeiro fim na temporada seguinte. Segundo a produtora, Dexter estará mais humano, ou mais vulnerável. Calista Flockhart aparecerá no primeiro episódio, Are You…?, e pelas fotos dá para ver o eterno Tito Pulo Ray Stevenson como Isaac, um mafioso russo. Ele deve aparecer em quase todos os episódios da temporada.

A primeira temporada de Homeland acabou com Carrie fora da CIA e acidentalmente evitando uma catástrofe. O que se sabe é que Brody estará no Congresso, achando que assumiu o controle de sua vida, mas será usado por tudo e todos. Claire Danes disse que sua gravidez (com o ator Hugh Dancy) não interferirá na produção da série.

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mesbla

Se a Mesbla ainda funcionasse, no próximo dia 11 ela faria 100 anos. Tenho muita saudade desta loja de departamentos, assim como muita gente, por diferentes motivos, mas a minha tem a ver com a infância, aquela dos três aos dez anos. Na época, pelo menos no Rio, os shoppings eram poucos (Rio Sul e Barra Shopping, praticamente. Para não me chamarem de velho, o boom dos shoppings só estourou na segunda metade dos anos 1990), o comércio de rua era forte, mas não era muito seguro perambular pelas ruas e a Mesbla oferecia produtos de ótima qualidade num ambiente seguro e organizado. Os produtos eram tão bons que até hoje minha mãe tem um short e alguma roupa de cama comprada lá.

Era assim: eu tomava banho, vestia minha camiseta favorita (listrada, verde escuro e azul marinho, provavelmente comprada na Mesbla), minha mãe penteava meu cabelo e a gente saía. Minhas seções favoritas eram a de perfumaria, tinha um vidro de perfume Azzaro gigante, e o de utilidades domésticas e cama, mesa & banho. Sei lá, eu gostava de toalhas, talheres e lençóis. Até hoje eu gosto. Depois íamos ao café Viena para tomar café com creme. Às vezes eu comia coxinha. Também lembro de quando chegava o Natal e a loja toda se enfeitava. Parecia que os funcionários tinham um carinho especial por ela, que tinham orgulho de trabalhar lá.

A primeira loja da Mesbla abriu no Rio, ainda como Mestre et Blatgé, como filial de uma empresa francesa de equipamentos e maquinários. Anos mais tarde ela se tornou totalmente brasileira e no final dos anos 1930, juntou as duas sílabas dos nomes para não sofrer represálias, pois a França parecia se inclinar a Hitler. Seu auge foi no início dos anos 1980, quando chegou a ter 28 mil funcionários e 180 lojas em todo o Brasil. Dez anos depois, a Mesbla começou seu declínio, afundada em dívidas e acabou pedindo concordata. Em 1997, Ricardo Mansur comprou o controle acionário da Mesbla e queria fazer uma fusão com o Mappin, que ele tinha comprado alguns meses antes. Foi um fracasso e a última loja fechou em 1999.

Não é raro você falar sobre a Mesbla e alguém aparecer com alguma história. Muita gente trabalhou, se casou e teve filhos na Mesbla. Muitos tiveram a Mesbla como primeiro emprego e outros gastaram o primeiro salário lá. Enfim, a história dessa loja se confunde com a de seus clientes e funcionários. Faz muita falta.

Houve uma tentativa de relançar a Mesbla como loja virtual de roupas femininas, mas o negócio não foi para frente.

x-men.doc ou akira

Às vezes, um jovem diretor e/ou roteirista, quase sempre egresso da televisão ou da publicidade, aparece com uma grande ideia e consegue traduzi-la para o cinema de forma muito eficiente. Como recompensa, acaba ganhando de um grande estúdio a árdua tarefa de reinventar um filme feito há não tanto tempo assim. Matt Reeves (Cloverfield, Deixe-me Entrar), Marc Webb (500 Dias com Ela, O Espetacular Homem-Aranha) e Neil Marshall (Abismo do Medo, Centurião, a Batalha de Água Negra de Game of Thrones, The Last Voyage of the Dementer) são alguns exemplos recentes, e agora, Josh Tranks se junta ao grupo depois do ótimo Poder Sem Limites (Chronicle). Tranks, de 27 anos, foi anunciado pela Fox como responsável pelo reboot de O Quarteto Fantástico (afinal, Chris Evans não pode ser Capitão América e o Tocha em Os Vingadores 2).

Poder Sem Limites parecia mais um filme vagabundo de “imagens encontradas”, em que o protagonista é o câmera e tudo não passa de um artifício para camuflar o baixo orçamento, efeitos ruins e roteiro pé de chinelo. Felizmente não é, o amadorismo da câmera tem uma função na história e ela evolui numa sacada inteligente de Tranks e do roteirista Max Landis. A trama começa com Andrew, um adolescente esquisitão, solitário, preocupado com a mãe em estado terminal e que tem problemas com o pai abusivo (claro). Ele usa a câmera justamente para registrar as agressões que sofre e também para documentar a existência da mãe. A câmera poderia virar seu único meio de contato com o mundo exterior se não fosse por Matt, seu primo e amigo, o oposto de Andrew, extrovertido, muito interessado em filosofia e que sabe conversar com garotas. Tudo muda durante uma festa, quando os dois se juntam a Steve, garoto popular da escola, para adentrar num buraco no meio de um campo.

O buraco não é explicado, nem o que tem dentro e como os três acordam com poderes telecinéticos, e antes que apontem isso como um defeito, digo que nenhuma explicação é necessária. A fase dos três adolescentes descobrindo seus superpoderes é a parte mais legal do filme, simplesmente porque eles fazem o que qualquer adolescente faria, seja levantar a saia das meninas ou pregar peças no supermercado. Na euforia de saber que nem o céu é o limite, a responsabilidade por seus atos e o lado sombrio de Andrew começam a aflorar, e o filme entra num ato explosivo e descontrolado (o filme tem 85 minutos muito bem usados) que lembra muito Akira. Mas este ato funciona principalmente porque Tranks tem a mão firme e Dane Dehaan é um ótimo ator.

Dehann é visto como um dos mais promissores atores do momento, ele começou a se destacar na terceira temporada de In Treatment, foi um lobinho em True Blood e está no elenco de pelo menos três filme que prometem badalar na temporada de premiações – Os Infratores, The Place Beyond the Pines e Kill Your Darlings. Ele lembra um pouco o Leonardo DiCaprio quando adolescente, e provavelmente terá uma carreira bastante interessante de se acompanhar. Em Poder Sem Limites, ele dá a Andrew toda a amargura, raiva e deslumbramento que justificam os seu atos.

Poder Sem Limites não inventa nem reinventa nada, mas traz novas ideias para um gênero que caminha sempre na mesmice. O filme é muito bom, uma grande surpresa, mas o melhor é poder acrescentá-lo na lista dos “filmes de baixo orçamento, feito por gente muito jovem, descaradamente comercial e com cérebro”.

meio-dia em são paulo

Não foi dessa vez que fui ao Butantã, mas ao meio-dia de ontem, já estava exausto e morto de fome. Foi apenas um dia na cidade, mais de seis quilômetros a pé e mais alguns de metrô, ônibus e táxi. Conheci lugares novos, tomei o melhor sorvete da minha vida e ainda fui paqueradinho (!!!). Bom, não foi a minha primeira vez em São Paulo, já tinha certa bagagem, então dá para fazer uma lista, ou um mini guia de sugestões para se divertir na cidade.

Começando pelo Centro. Vou confessar que nunca entrei no Theatro Municipal, nunca andei pelo Anhangabaú, 25 de Março nem na Sé. Já fui na Santa Ifigênia e não quero voltar lá – se for fazer compras lá, peça sempre nota fiscal, pois se um guarda te parar e você não tiver como comprovar que comprou a mercadoria, ela será confiscada.

No Centro fica um dos lugares mais legais da cidade, o Mercado Municipal. Além dos tradicionais pastéis de bacalhau e sanduíche de mortadela (não gosto de nenhum dos dois, acho o pastel enjoativo e o sanduíche é como comer um naco de mortadela), você encontra uma aquarela de frutas – muitas não são comuns em mercados – secos e molhados, açougues e peixaria. O lugar é tão legal que dá vontade de fotografar estas coisas.

Perto do mercado fica a Estação da Luz, o anexo Museu da Língua Portuguesa e do outro lado da rua, a Pinacoteca do Estado. Os três lugares merecem sua atenção, principalmente a Pinacoteca. A Estação da Luz não é um museu, mas para mim, é o símbolo do progresso de São Paulo, de sua industrialização, de que os tempos modernos chegaram. Acho que no Brasil não há estação de trem tão imponente e em funcionamento como a da Luz.

Ao lado fica o Museu da Língua Portuguesa, ele tem três andares e o percurso começa pelo terceiro, onde há um auditório e você vê um filminho sobre a importância da palavra, da língua e como a nossa está em plena construção. Esse filminho tem hora certa e número limitado de público. O segundo andar é a exposição permanente do museu, e o primeiro abriga exposições temporárias (infelizmente perdi a do Jorge Amado). É bom conferir a programação no site.

Do outro lado da rua fica a Pinacoteca e o Jardim da Luz. O prédio é lindo, por dentro e por fora, abriga exposições temporárias e seu acervo é bem interessante. A lojinha da Pinacoteca também vale visita, os livros e souvenires têm preços camaradas. Aos sábados, tanto a Pinacoteca quanto o Museu da Língua têm entrada gratuita.

Perto dali fica a Estação Julio Prestes, e dentro dela fica a Sala São Paulo, da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a OSESP. Não importa se você não entende ou não é familiarizado com música erudita, se tiver a oportunidade, vá! Garanto que você não vai sair indiferente! A Sala São Paulo é uma das melhores do mundo, é linda e todos os lugares são bons. Os ingressos não são tão caros assim, mas há concertos populares (R$ 15,00 – o próximo é em setembro e os ingressos se esgotam rapidinho) e você pode comprar pela internet.

Num outro ponto do Centro, existe o bairro da Liberdade, outrora bairro japonês. Hoje em dia, quem manda ali são os chineses, mas a fama ainda é nipônica. Há sempre um ar de renascimento no bairro, com novos restaurantes e lojas, mas é um bairro meio abandonado. As ruas são sujas, os prédios são feios e os tradicionais portais vermelhos precisam de uma pintura. Uma coisa que detesto no bairro é o cheiro de fritura nos fins de semana, que vem das barracas de comida na Rua dos Estudantes.

Gosto da região da Consolação, Cerqueira Cesar e Jardins (pra mim é tudo a mesma coisa). Como bem diz a piada, a Av. Paulista, assim como o casamento, começa no Paraíso e termina na Consolação. Gosto porque tem um monte de lugar bacana e é de fácil acesso. O Masp tem um acervo que gosto muito, além do prédio ser um símbolo da cidade. Andado um pouquinho, você chega ao Conjunto Nacional, onde fica a livraria Cultura. Há outras filiais pela cidade, mas gosto desta Cultura por causa do ambiente. Ela é gigantesca, mas acolhe todo mundo que gosta de ler, sem esnobismo. As crianças gostam, os adolescente, adultos e avós também. Ainda dentro do Conjunto, há divisões da Cultura, como a Geek.etc.br, voltado para o público nerd, com colecionáveis, livros, jogos, DVDs e HQs. Na outra Cultura há apenas livros sobre arte, gastronomia, viagem e cinema. A única coisa ruim desta última é que faz um calor danado!

O Conjunto fica entre as ruas Padre João Manoel e Augusta. A rua Augusta tem lojinhas interessantes, mais alternativas. Gosto da El Cabritón, que vende camisetas, mas é só descer a rua que você encontra lojas de tênis, sapatos, roupas, objetos pop etc. As transversais da Augusta têm cafés e restaurantes (a própria Augusta tem clubes, pubs e boates), mas o que me atrai mais é o Empório Santa Luzia ou Casa Santa Luzia. É um supermercado, mas um supermercado casado com delicatessen. Lá você encontra dezenas de marcas de café e chás, chocolates importados, geleias, compotas, framboesas, polpas de frutas… Enfim, se você gosta de mercado, de cozinhar e de comer, é uma passagem obrigatória.

Descendo, descendo e descendo mais um pouco, a mítica rua Oscar Freire se mostra toda rica e cheia de manobristas e seguranças. Não tenho paciência para bater perna e ver vitrine, mas há lojas que fazem bem aos olhos, como a da Zwilling. Como eu tenho cabeça de gordo, minha atenção vai toda para o Bacio di Latte, a melhor sorveteria que existe. E para ela eu dedico um parágrafo exclusivo.

Meu, é o melhor sorvete que já tomei na vida. Você pode escolher três sabores (o copinho pequeno custa R$ 8 e o médio custa R$ 10), e essa missão é difícil. Acabei escolhendo chocolate, pistache e pera. Eu não sei qual dos dois últimos foi o melhor. O de pistache tinha uma cor linda, um verde seco. O sabor é de salivar, a gordura do pistache deixa o sorvete mais cremoso e você consegue sentir o sabor da torra, e claramente percebe que todos os ingredientes são de primeira qualidade. É como se o sabor do pistache fosse potencializado. Já o de pera equilibrou os dois sorvetes cremosos. Até agora eu consigo sentir o gosto. Fresco, parece até que a pera é um derivado do sorvete. Perfeito!

Na rua da Consolação fica a Limited Edition, uma loja para nerds ricos. São réplicas, estátuas e colecionáveis de filmes, séries, desenhos, rock e HQs. É mais para ver que qualquer coisa. Dá para comprar um presente ou uma lembrancinha para você mesmo, só não comprei porque já tenho trambolho demais em casa. Na Augusta também tem uma loja semelhante, mas mais infantilizada, a Coleciona.

 

Ops, o post ficou comprido, vou terminar por aqui. Se fizer sucesso, eu continuo, qualquer dúvida, é só colocar nos comentários!

ela volta

Se você ficou preocupado com o final de temporada de Mad Men, não se preocupe, Matthew Weiner garantiu que Peggy estará na sexta temporada. “Não sei o quanto ela aparecerá na tela, pois isso dependerá de sua história, mas ela não deixou a série”. Enquanto Peggy está garantida, Megan é uma incerteza. O final em aberto, com Don deixando o estúdio em que ela está gravando um comercial, pode ser uma interpretação que seu casamento acabou. Nas palavras de Weiner: “Don sabe que se ele der o que Megan quer, ela  provavelmente o deixará”. Soma-se também a rejeição de parte do público.

Enfim, temos ainda duas temporadas até o final da série, e se o Weiner já disse que Mad Men é sobre Don, Peggy, Pete, Joan, Betty e Roger, então eles só saem se morrerem. toc toc toc.

o jornal das nove

The Newsroom começou com um episódio morno, um Don Quixote jornalístico muito idealizado e distante da realidade. Will McAvoy (Jeff Daniels) finalmente desceu do muro e decidiu falar sobre os absurdos e contrariedades da política e economia americana, e junto dele, uma equipe dos sonhos, jovens entusiasmados, cheios de fontes seguras e dispostas a dar furos. Floreando uma série que poderia ser pesada e chata, diálogos espertinhos e flertes fofos. Este foi o episódio piloto, mas o segundo teve momentos vergonhosos, de botar a mão na testa e  duvidar que aquilo foi escrito por Aaron Sorkin, o papa dos diálogos, o grande mestre das séries políticas.

Querendo porque querendo que a série fosse excelente, me forcei a continuar, então veio o terceiro episódio, que redimiu a bobajada que foi News Night 2.0. Em The 112th Congress, entra a figura de Jane Fonda, a CEO do grupo. Ela é Leona, digamos que seja a antagonista da história, e vê problemas quando seus interesses econômicos se chocam contra as críticas ferozes de Will. Como protetor e escudo de Will, o veterano Charlie (Sam Waterston) segura as pontas como pode, sem as afobações de um executivo júnior. E quanto mais problemas reais e verossímeis, mais gostosa fica a série.

O quarto episódio comprova que The Newsroom é imperdível. O texto fica redondinho e natural para os atores. Jeff Daniels brilha, assim como Alison Pill, e eu estou apaixonado pelo Jim.

a fall season britânica

Se a fall season te decepcionar, mire no outro lado do Atlântico! Mas que besteira, a BBC Two está abarrotada de grande projetos, é mais garantido focar lá.

The Girl. Telefilme sobre os bastidores de Os Pássaros. Toby Jones faz Hitchcock e Sienna Miller é Tippi Hedren.

Top of the Lake. Projeto de Jane Campion (O Piano). Minissérie em seis episódios e que se passa na Nova Zelândia. A menina Tui, de 12 anos, é encontrada num lago. Ela está grávida de cinco meses e se recusa a revelar quem é o pai da criança e nega que está grávida. Tui desaparece e a detetive Robin Griffin  (Elisabeth Moss) passa a investigar o caso. Foi por este projeto que Moss não foi ao Inside the Actors Studio com o elenco de Mad Men. Top of the Lake deve estrear no início de 2013.

Parade’s End. Minissérie em cinco episódios com Benedict Cumberbatch, Rebecca Hall e Adelaine Clemens, baseado nos livros de Ford Madox Ford. A história se passa durante a Primeira Guerra e mostra o triângulo amoroso entre um aristocrata, sua mulher e uma jovem feminista que ele conhece quando parte para a guerra. Previsto para setembro.

The Hour. A segunda temporada de uma das séries que mais gostei no ano passado. Ben Whishaw, Dominic West e Romola Garai fazem Freddie, Hector e Bel, os três trabalham no jornalístico The Hour. Há uma grande pitada de espionagem, mistério e traição, coisa que os britânicos fazem como ninguém. Estreia prevista para setembro.

Dancing on the Edge. Uma banda de jazz formada por músicos negros na Londres de 1930. A banda enfrenta preconceitos até ser reconhecida e forçada a enfrentar as inevitáveis mudanças.

The Fall. Gillian Anderson faz uma detetive chamada pela polícia de Belfast para investigar os rastros de um serial killer. Descrito como um thriller psicológico em cinco episódios. Deve estrear em outubro.

Abaixo, uma prévia de todas as produções.

família cara

Modern Family é uma das séries mais bem sucedidas da atualidade. Tem 11 Emmys e um Globo de Ouro no currículo, todos os atores adultos foram indicados ao Emmy 2012 e ainda gerou 164 milhões de dólares em espaço publicitário para a ABC na última temporada. Tudo parecia caminhar muito bem para a quarta temporada até que Ty Burrell, Julie Bowen, Jesse Tyler Ferguson, Eric Stonestreet e Sofia Vergara decidiram pedir um aumento.

Especula-se que o cachê de cada ator adulto era de 65 mil por episódio (exceto Ed O’Neill, que ganhava 105 mil), agora eles querem 200 mil. A estratégia é a mesma que o elenco de Friends usou, boicote até conseguirem o que foi pedido. A Fox, estúdio que produz e distribui a série, ofereceu 150 mil + bônus, que foi recusado. A primeira leitura de texto da 4ª temporada estava marcada para terça passada, mas foi cancelada. O advogado dos atores agora processa a Fox na tentativa de anular o contrato dos atores. Segundo ele, o contrato viola a “regra dos sete anos”, que proíbe atores manterem o mesmo contrato por mais de sete anos.

Segundo a Forbes, Modern Family foi o 10º programa de tv mais rentável nos Estados Unidos na temporada passada. A Fox, além de vender o programa para a ABC, também negocia reprises com canais regionais e a cabo, além de vender a série internacionalmente. Por enquanto, Modern Family continua na grade da fall season.