till the world ends

Coma 21 uvas e guarde os caroços na carteira, coma sete sementes de romã e também guarde na carteira, dê três pulinhos atrás da porta, pule sete ondas se tiver mar por perto, ponha uma folha de louro atrás da orelha direita e um ramo de sálvia na orelha esquerda, uive para a lua, dê cinco voltas carreando uma mala… Não se preocupe com simpatias, andar pra frente é a coisa mais velha do mundo!

2012 está batendo na porta, deixe entrar, com ou sem medo, porque querendo ou não, o dragão vai derrubar a porta. Para o ano, meu melhores votos: consciência, saúde, alegrias, trabalho e recompensa, carinho, amores por perto e paz!

Um beijo no coração de todos e muito obrigado pelo ano que passou!

Nos vemos na esquina! E se o mundo acabar… bom, se o mundo acabar, a gente ataca de DJ e faz uma rave de zumbis!

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melhores de 2011: filmes

Então, Brasil. Convenhamos que 2011 não foi um ano muito bom para o cinema. Filmes ruins, muito ruins e decepções. Sendo bem franco, não tive muitos conflitos para fazer minha lista, enquanto no ano passado, eu não sabia o que deixar de fora – mentira, também não foi assim, mas foi mais difícil. Então vamos lá para minha lista, já cruzando os dedos para que 2012 seja bem melhor!

A Árvore da Vida. Desde que vi já estava incluído neste post. O brutal caminho da natureza ou o misterioso caminho da graça. Pai e mãe. Espiritual ou filosófico. Um filme belíssimo ou insuportável.

Drive. Sim, ainda não entrou no circuito nacional, mas passou correndo no Festival do Rio. “A real human being, a real hero”. Ryan Gosling  rocks! Além disso, tem a melhor cena de beijo do ano!

Incêndios. Um ônibus incendiado no meio do nada. Confesso que a conclusão não me surpreendeu, mas o modo como a história é encerrada é perturbadora e bela.

Precisamos Falar Sobre Kevin. Tilda Swinton, Tilda Swinton, Tilda Swinton. E a Lionel Shriver ainda disse que era uma péssima escolha…

A Pele que Habito. Eu tenho tendência a gostar de coisas kitches. Por mais absurdo que seja (e eu esperava exatamente por aquilo), é Almodóvar, e no mundo dele é normal. Amo a capacidade que ele tem de fazer rir em situações nada engraçadas.

Meia-Noite em Paris.  O cinema também não é sonho? Sonho de quem sonha bem. Mágico!

Planeta dos Macacos / X-Men: Primeira Classe. Filme pipoca pode ser inteligente e ao mesmo tempo entreter. Viva Andy Serkis e Michael Fasbender!

Um Sonho de Amor. Título furreca para Io Sonno L’amore, e ia ser lançado como Eu Sou o Amor. O título original é a definição do filme. Elegantíssimo. Mais uma vez: Tilda Swinton, Tilda Swinton, Tilda Swinton.

Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 2. É cinemão! Um desfecho brilhante para uma verdadeira saga (sim, é uma cotovelada em Crepúsculo). Quem vê a fantasia e a ficção-científica como subgêneros está mais atrasado que o Bolsonaro.

Os filmes do Oscar. O melhor filme na disputa era A Rede Social, mas este eu vi no ano passado. É para lembrar de O Vencedor, 127 Horas e Cisne Negro.

Que venha 2012!!!

PS: Assim como Drive, Precisamos Falar Sobre Kevin ainda não estrou por aqui e foi exibido dentro do Festival do Rio. O lançamento de Drive está marcado para o dia 6 de janeiro, e o de Precisamos, para o dia 27 do mesmo mês.

 

melhores de 2011: televisão

Queria ter visto mais televisão (lê-se séries) este ano. Queria estar em dia com Breaking Bad, Dexter (confesso que não tem me agradado 100%), Modern Family, Raising Hope e outras coisinhas que deixei escapar. Queria também ter visto produções que ficaram fora do radar por aqui, como Downtown Abbey e Cinema Verite. Foi um ano de muitas promessas não cumpridas, quantas séries novas realmente vingaram? Dito isso, vamos ver o que mais me agradou este ano!

Melhor Série Drama: THE GOOD WIFE. Sim, sim. Porque não são 12 episódios muito bons, são 22. Inteligente, muito bem escrita, dirigida, repleta de participações especiais e elenco de primeira. É sutil e delicada, mas quando menos se espera, te dá um soco no estômago.

Melhor Série Comédia: PARKS AND RECREATION. Se você nunca viu, comece pela segunda temporada, a primeira não é nada boa. Como disse o crítico da EW, é uma comédia sem cinismo. Amo a Leslie, a April, o Andy, o Ron e suas ex-mulheres Tammys.

Melhor Série Nova: GAME OF THRONES. É fantasia ou uma metáfora política. Não importa, é entretenimento de melhor qualidade. Produção caprichadíssima, diálogos memoráveis, o melhor anão do mundo e lobos gigantes!

Melhor Série Nova 2: HOMELAND. Paranoia. Claire Danes fantástica.

Melhor Minissérie: THE HOUR. Assassinatos, máquinas de escrever, telefonemas, três repórteres. Coisas que só os ingleses sabem fazer.

Melhor Cena: True Blood pode não ser a melhor série, mas sempre consegue fazer as melhores cenas. Nesta temporada, Pam não se conforma por ter perdido Eric para Sookie. “Sookie and her precious fairy vagina and her unbelievably stupid name”.

Melhor Série Que Descobri: HOW TO MAKE IT IN AMERICA. O que esperar quando não se espera nada? Uma série rapidinha e bem gostosinha.

Melhor Série Nacional: TAPAS E BEIJOS. Adoraria que Programa Piloto, um especial de fim de ano com o mesmo elenco e equipe, tivesse virado série fixa (tratava-se dos bastidores de uma novela passada no Paquistão, mas alguém na Globo reclamou). O texto poderia ser um pouco mais ácido, mas qualquer coisa com Fernanda Torres e Andrea Beltrão é ótimo.

Melhor Programa: CHEGADAS E PARTIDAS. É comovente sem ser sentimentaloide. Nada apelativo. Astrid Fontenelle tem a sensibilidade de conduzir entrevistas mesmo quando a situação é dramática, tipo uma mulher indo enterrar a mãe. A câmera nunca é invasiva. É de chorar e rir. Os 20 minutos mais honestos e humanos da televisão.

noite feliz

Queridos leitores, desejo uma noite de paz a todos! Com a família, amigos, ou sozinhos, longe de casa ou no aconchego da cozinha da avó, quero que todos celebrem a data em que bilhões de pessoas têm o mesmo pensamento positivo e querem apenas o melhor ao próximo. Um Natal iluminado e com gosto de infância!

Aos leitores especiais Fausto, Lis, Mayara, José Eduardo e Julia: Feliz Big Natal!!! Que vocês tenha a mesma alegria que eu sinto quando vejo o papai-noel na pick-up passando na rua de madrugada!

nem toda nudez será castigada

Ok, basta ver qualquer comédia retardada para ver gente pelada. Basta ligar a televisão para ver gente pelada. Porém, existe uma grande diferença entre ver gente pelada e gente nua.

No início do ano, o Facebook desativou a conta de um artista dinamarquês que usou o quadro A Origem do Mundo, de Gustav Coubert, como imagem de perfil. Para o site, a imagem violava o regulamento da rede. Para o artista, não havia nada de pornográfico na imagem. No final das contas, a conta de Frode Steinicke foi reativada, mas sem A Origem do Mundo.

A nudez no cinema tem origem muito antes dos irmãos Lumière, afinal, histórias são contadas desde que o homem pronunciou a primeira palavra. Quantas mulheres, homens, ninfas, índios, selvagens, deuses e demônios não foram retratados nus? Lá no final do século retrasado, antes do cinema mudo, a nudez em película já existia. Artistas como Sarah Bernhardt posavam para fotógrafos, e sempre por motivos artísticos.

Pelo que consta, o primeiro filme americano a mostrar uma pessoa nua, a atriz Audrey Munson, foi Inspiration, de 1915, dirigido por George Foster Platt. No filme, ela fazia o papel de uma modelo para um escultor. Naquela época, a nudez tinha contexto histórico e até religioso, mas foram os grupos religiosos que passaram a censurar a nudez nos filmes, considerada obscena e imoral.

Em 1930, a MPAA (Motion Picture Association of America) adotou um código que proibia qualquer nudez no cinema americano – mas é claro que ele não foi cumprido por todos. Durante este tempo, vários filmes “undergrounds” foram produzidos e em 1963,  Jayne Mansfield foi a primeira protagonista a aparecer nua num filme comercial, em Promisses! Promisses!. O filme chegou a ser banido em algumas cidades, mas foi um sucesso. O código durou até o final da década de 1960, quando a classificação etária passou a ser usada pela associação.

Até hoje, a nudez é um problema. Produtores e estúdios não gostam porque acaba elevando a classificação dos filmes, o que significa menos salas de cinema exibindo e menos espectadores. Alguns atores se recusam a fazer cenas de nudez e sexo por motivos pessoais ou por acharem arriscado para a imagem. Porém, e ainda bem, muitos não se importam em expor seus corpos, mas com propósito, é claro. Abaixo, alguns exemplos inesquecíveis!

Os Sonhadores. Não apenas uma nudez, mas as de Eva Green (!!!), Michael Pitt e  Louis Garrel. É difícil ver atores masculinos fazendo cenas de nu frontal e de tamanha intimidade. 

Boogie Nights. Os bastidores de um filme pornô. Julianne Moore, Heather Graham e Mark Whalberg com sua inesquecível última cena do filme, embora seja de mentirinha.

Malèna. Monica Bellucci como a Maria Madalena desejada e julgada.

De Olhos Bem Fechados. Nicole Kidman, Tom Cruise e o voyeurismo do baile me máscaras.

O Livro de Cabeceira e O Jovem Adam. Ewan McGregor nunca teve problema com sua nudez, mas ele já disse que não vai mais aparecer nu em filmes.

Melancolia. É uma cena breve, mas muito bonita. Kirsten Dunst sob a luz do planeta Melancolia.

Senhores do Crime e Casino Royale. Dois homens em perigo. Viggo Mortensen luta bravamente no filme de David Cronenberg, enquanto Daniel Craig resite a sessão de tortura.

Laranja Mecânica. Sem pudores. 

Almodóvar. Não dá para apontar um único filme, então escolhi três: a nudez erótica de Carne Trêmula, a perversa de Má Educação e a nudez protegida de A Pele que Habito.

mesmo depois de oito anos

Eu sou daqueles que pensa que uma série não deve ter mais que seis temporadas, mesmo sendo muito boa. ER, por exemplo, cheia de personagens e momentos inesquecíveis, foi se arrastando até a 15ª temporada. House, que já foi uma das minhas séries favoritas, hoje dá pena de ver. Há vários outro exemplo, muitos, na verdade. É inegável que o tempo faz as séries se repetirem e buscar soluções muitas vezes absurdas para fugir da rotina.

Grey’s Anatomy é diferente. Na época de sua 6ª temporada, a criadora, roteirista e produtora Shonda Rhimes disse que aquela era a temporada-chave, a que daria futuro à série. E ela estava certa. Hoje, em sua 8ª temporada, Grey’s  continua sendo tão prazerosa de se assistir como foi a primeira, e isso porque houve uma evolução. Os personagens amadureceram e conseguem sobreviver fora da fórmula “paciente-metáfora”. O episódio Dark Was The Night só comprova que a série continua relevante e que ainda pode ter muitas temporadas.

dias melhores virão

Se no quesito cinema e televisão 2011 decepcionou mais que surpreendeu, em 2012 as coisas prometem ser diferentes! Pelo menos, as expectativas são altas.

Televisão

HBO, sempre HBO. A segunda temporada de Game of Thrones estreia em abril, mas o canal vem cheio de estreias: Veep, Luck, Girls. E num futuro próximo, a nova série de Aaron Sorkin, Newsroom, e The Corrections, com Ewan McGreggor.

Em Veep, Julie Louis-Dreyfus vive uma ex-senadora que vira vice-presidente e descobre que o cargo não é exatamente como ela imaginava. Em  abril.

Luck mostra os bastidores das corridas de cavalos e marca a estreia de Dustin Hoffman na televisão. Ao seu lado, o também prestigiado Nick Nolte. Do mesmo criador da excelente Deadwood. Em janeiro.

Girls está sendo tratada como a Sex and the City das meninas de 20 e poucos anos. No entanto, também está sendo vendida como uma série de humor mais leve. Produzida por Judd Apatow. Também estreia em abril.

Fora as três séries estreantes, há dois telefilmes que prometem causar zunzunzum. Game Change é baseado no livro homônimo de John Heilemann e Mark Halperin sobre a campanha presidencial de John McCain e a escolha de Sara Palin como vice. Ed Harris vive McCain, mas o grande chamariz é Julianne Moore como a ex-governadora do Alaska. Já Hemingway & Gellhorn conta a história de amor do escritor (Clive Owen) com a correspondente de guerra Martha Gellhorn (Nicole Kidman).

A HBO Brasil também estreia duas produções nacionais. FDP (março), protagonizado por um árbitro de futebol, e Preamar (segundo semestre), sobre o “mercado financeiro” das praias do Rio. As séries veteranas também voltam com novas temporadas: Capadócia, True Blood, How to Make It in America, Bored to Death, Enlightened, Hung, Segura a Onda e Treme.

O Showtime mantem suas séries de sucesso: Dexter, The Big C, Shameless, Nurse Jackie, Homeland e The Borgias. Sua estréia fica por conta de House of Lies, logo em janeiro. Na série de humor negro, Don Cheadle faz o gerente de uma poderosa empresa de consultoria que não poupa esforços para satisfazer seus clientes.

Mad Men não é estreante, mas um ano sem a série faz qualquer fã pirar. Então ela merece ser mencionada aqui. Ainda não há data para a 5ª temporada.

Smash foi anunciada para o fall season deste ano, mas a NBC preferiu adiar para  fevereiro. A série mostra as dificuldades de se produzir um musical sobre Marilyn Monroe e tem Debra Messing e Angelica Houston no elenco. Fora a participação de Uma Thurman!

Cinema

Prometheus. Só o elenco me deixa arrepiado: Michael Fassbender (!!!), Charlize Theron, Noomi Rapace, Guy Pearce, Patrick Wilson e Idris Elba. É o retorno de Ridley Scott aos filmes de ficção científica, é o prelúdio de Alien. 8 de junho de 2012.

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Depois de tantos problemas com a MGM, o filme finalmente vai sair em dezembro. E o melhor, com Peter Jackson na direção. A primeira parte do filme mostra Bilbo Bolseiro indo retomar a posse do Reino dos Anões, tomado pelo dragão Smaug. Porém, antes disse, ele precisa fazer outro caminho, na companhia de 13 anões, e é quando ele tem o primeiro contato com uma criatura chamada Gollum.

O Cavaleiro das Trevas Ressurge. O último filme do Batman de Christopher Nolan. Espera-se algo épico. Batman, Mulher-Gato, Bane, Comissário Gordon. Não se sabe nada da história, talvez o Robin até apareça. Talvez seja o filme mais aguardado do ano. 27 de julho.

Frankenweenie. Tim Burton tem dois filmes para 2012. Um é Dark Shadows, que estreia em maio, o outro é a animação baseada num curta do próprio diretor. Depois de ser morto num acidente de carro, seu dono consegue trazê-lo novamente à vida. Em outubro.

The Burial. Não se sabe ao certo sobre o que é o filme, o que não é espantoso, já que se trata de Terrence Malick (Árvore da Vida). O elenco também é de respeito: Ben Affleck, Rachel McAdams, Rachel Weisz, Olga Kurylenko, Javier Bardem, Barry Pepper e Jessica Chastain (!!!). Sem previsão.

Moonrise Kingdom. Ah, é filme do Wes Andersen (O Fantástico Sr. Raposo, Viagem à Darjeeling), então está na lista mais por gosto pessoal que por qualquer outro motivo. A história se passa nos anos 1960, quando dois jovens namorados fogem da cidade e causam um mal-entendido, o que faz a cidade inteira procurar por eles. Elenco de peso, como sempre, e parceiro do diretor: Bruce Willis, Edward Norton, Owen Wilson, Bill Murray, Frances McDormand, Tilda Swinton, Harvey Keitel, Jason Schwarzman e Bob Balaban. Sem previsão.

O Espetacular Homem-Aranha. Olha, eu acho que vai ser bom. Não adianta falar muita coisa, a história todo mundo conhece, o diretor Marc Webb fez 500 Dias com Ela e o elenco é muito bom. É esperar para ver. 3 de julho.

007 – Skyfall. Sim, o novo filme do agente finalmente vai sair e com assinatura de Sam Mendes (Beleza Americana, Foi Apenas um Sonho). Daniel Craig volta a ser James Bond e Judi Dench também retorna como M. O vilão da vez é interpretado por Javier Bardem. 9 de novembro.

Pé na Estrada. Adaptação do livro de Jack Kerouac, On The Road. Depois de passar pelas mãos de muitos de muitos diretores, quem assina o filme é Walter Salles (Central do Brasil, Diários de Motocicleta) e conta a história de Sal Paradise e o andarilho Dean Moriarty, que cruzam os Estados Unidos numa viagem de autoconhecimento. Sam Riley (Control) faz Sal e Garrett Hedlund (Tron) faz Dean. No elenco ainda estão Kristen Stewart, Kirsten Dunst, Amy Adams e Viggo Mortensen.

The Great Gatsby. Nova adaptação do livro de F Scott Fitzgerald e o reencontro de Leonardo DiCaprio com o diretor Baz Luhrmann, depois de Romeo + Julieta. A história é contada por Nick Carraway (Tobey McGuire), que se muda para Long Island em 1922 e se torna vizinho de Jay Gatsby, que nutre uma paixão por Daisy Buchanan (Carey Muligan), prima de Nick. Sendo um filme de Luhrmann, espera-se muito glamour, como visto em Moulin Rouge e Australia. Sem previsão.

Cosmopolis. Filme escrito e dirigido por David Cronenberg, a partir do livro de Don DeLillo. Um jovem e riquíssimo banqueiro (Robert Pattinson) cruza o centro de Manhattan para cortar o cabelo, e em um dia perde toda a sua fortuna numa série de encontros e incidentes. Antes de dizer “blah” pro Pattinson, Cronenberg disse que o ator está fantástico. “As pessoas vão pirar”, disse ele.

Anna Karenina. Eu acho que o Joe Wright só sabe fazer filme de época. Foi bem em Orgulho e Preconceito, e Desejo e Reparação, mas foi mal com O Solista e Hanna (quer dizer, mal não foi, só não foi muito feliz). A adaptação do livro de Tolstói repete a parceria com Keira Kneightley e Mathew Macfadyen, ela como a protagonista que se sente vazia e encontra algum sentido ao se tornar amante do Conde Vronsky (Aaron Johnson). O filme ainda conta com Jude Law, Emily Watson, Olivia Williams e Kelly MacDonald.

PS: Para dizer a verdade, este post foi feito com a intenção de falar sobre The Master, filme de Paul Thomas Anderson que ia estrear em 2012 e foi empurrado para 2013. Descobri isso na pesquisa e fiquei meio p.

PS: É claro que muita coisa foi esquecida, então ponha nos comentários, ok?!

se segura berenice

Todo final de ano, com o anúncio das indicações, eu fico bem animadinho para ver as mil premiações de cinema e televisão. Muitas vezes eu meu decepciono com os indicados, mas engulo o choro e assisto de qualquer forma. Ano que vem será a mesma coisa, porém, o choro já é maior. Embora eu não tenha visto muitos dos filmes indicados ou que eu gostaria que fossem indicados ao Globo de Ouro e SAG, eu me pergunto: cadê A Árvore da Vida, Melancolia, alguma coisa para Planeta dos Macacos (lê-se Andy Serkis, também por Tintim)? É sério que a atuação da Jessica Chastain em Vidas Cruzadas é melhor que em A Árvore da Vida e O Abrigo? E Glee, meu Deus, já foi-se o tempo! American Horror Story é legal, mas há outras séries dramáticas melhores. Alguém me explica se esta badalação em torno de My Week With Marilyn é justa?!

O que eu gostei: a lembrança de Christopher Plummer por Toda Forma de Amor (mas bem que o Ewan McGreggor podia ter sido lembrado), Tilda Swinton por Precisamos Falar Sobre Kevin (absolutamente fantástica), Jessica Lange por American Horror Story (que mané Connie Britton, a protagonista é a Constance), o resgate de Meia-Noite em Paris e o não esquecimento da excelente The Hour como minissérie. Ainda não vi Vidas Cruzadas, mas gosto muito da Viola Davis.

Desejo profundamente que o Oscar tenha a coragem de corrigir os erros destas listas. Nem vou tirar meu smoking para arejar…

não me corrija

Sabe quando você quer falar algo legal para alguém e na hora você se atrapalha e sai tudo errado? Então, o iPhone faz isso sem você querer. Na verdade, o culpado mesmo é o autocorretor. O site Dawn You Auto Correct! faz uma antologia de conversas que ganharam outros rumos graças ao sistema de autocorreção. E é uma das coisas mais engraçadas que eu li recentemente!