insensato coração

E no meio de tantas produções com cara de novela – independente da qualidade de roteiro etc, a estética de novela em séries, minisséries ou filmes me incomoda -, um filme nacional com cara de filme. Pelo menos pelos cartazes, nota-se um grande cuidado artístico.

Corações Sujos é baseado no livro homônimo de Fernando Morais e conta a história de uma organização de imigrantes japoneses que não acreditava na derrota do Japão na Segunda Guerra. Como consequência, este grupo oprimia e assassinava os “derrotistas” no interior de São Paulo. O filme foi exibido no Festival de Paulínia deste ano, onde ganhou críticas mistas, e estreia oficialmente em outubro/novembro. O teaser você confere aqui.

westeros

Game os Thrones é uma das séries mais caras já feitas. Foram inúmeras locações em divesos países, um elenco numeroso, cenografia de grande escala, maquiagem, figurino, e muitos, mas muitos efeitos visuais. No vídeo abaixo, veja a importância da computação gráfica para contar a primeira temporada de Game of Thrones. Chroma key de primeira qualidade.

tem um lobo no armário

Então, as coisas estão muito mornas, tão mornas que nem assunto para post eu tenho. Mas tão, tão mornas que eu vou dar um espacinho para Teen Wolf neste blog. Ao meu ver, a série está badaladinha porque o elenco aparece sem camisa o tempo todo (neste quesito, True Blood ganha disparado), mas eu quero a opinião de quem já viu. Para os que não, como eu, o Sony Spin (filhote do Sony voltado ao público jovem) vai abrir seu sinal para a estreia da série, no dia 3 de agosto, às 21:00h.

Aí, vendo o peludinho da série, percebi que já o conhecia de outros carnavais. Sim, ele foi o filho da Jennifer Lopez no filme que ela era uma camareira! Que fofinho!

Vai, povo, me diz se a série é trash o bastante para dar risadas, nível Crepúsculo eu não aceito. Aproveita também para me sugerir temas, posts, receitas… Sei que o conteúdo anda bem mais ou menos, então é a hora de me dar bronca.

E aproveitando também o rodapé, porque não dá para desperdiçar pixels, anuncio que o blog vai mudar de cara em agosto! Mais precisamente no dia de seu aniversário de 2 anos! Se eu estiver vivo até lá, é claro.

meados da política

The Ides of March é o filme mais recente  de George Clooney como diretor e deve aportar por aqui dia 21 de outubro. Nele, Ryan Gosling é um diretor de comunicação que fará de tudo para que seu candidato, papel de Clooney, seja indicado pelo Partido Democrata para a disputa presidencial. O elenco é de peso: Philip Saymour Hoffman, Paul Giamatti, Marisa Tomei, Evan Rachel Wood e Max Minghella. O filme é uma adaptação da peça Farrugut North, e ganhou de uma só vez, trailer e cartaz – já na lista de melhores do ano.

o drama do obama

Os EUA estão com a corda no pescoço. Obama tenta a todo custo elevar o teto da dívida, cortar desperdícios e aumentar a arrecadação através do aumento de impostos para os mais ricos. O prazo é dia 2 de agosto. Também correndo contra o tempo, os Republicanos querem um corte de 915 bilhões de dólares nos próximos 10 anos, grande parte fazendo cortes de programas sociais, e a elevação imediata no teto de dívida pública para mais 900 bilhões de dólares. A dívida atual está na casa de 14,3 trilhões de dólares. Usando o método “você é o que você come”, vamos ver o infográfico feito pela WFTnoway.

100 milhões de dólares

1 bilhão de dólares

1 trilhão de dólares

15 trilhões de dólares

114,5 trilhões de dólares. É a quantia que os EUA precisam para funcionar.

 

o fator bjork

Nem sempre tenho vontade de ver Bjork, porque não basta ouvir, é preciso ver, de olhos bem abertos e mente aberta. Ela já provou ser uma ótima atriz (Dançando no Escuro, quase uma porrada no estômago) e gosto de algumas de suas músicas, nem todas funcionam apenas para ouvir, mas com disse antes, ela é bem mais interessante quando é vista.

O clipe de Crystalline foi lançado hoje e é tudo aquilo que se espera de Bjork e seu diretor de longa data, Michel Gondry (Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças). Também não deixa de ser um amuse bouche do que é Biophilia, seu novo álbum, se é que pode ser chamado simplesmente de álbum. Em suas palavras, é o casamento de “música, natureza e tecnologia”. Não entendeu? Bom, veja o clipe e entenderá, está tudo explicadinho sem ser tatibitate pelas estranhezas dos dois.

Biophilia será lançado dia 27 de setembro, mas já tem dois singles lançados: Crystalline e Cosmonogy. 10 faixas com clipes. Porém, o que mais tem chamado atenção é o aplicativo para iPad e iPhone. É um aplicativo mãe que pode ser baixado gratuitamente e que engloba outros 10 miniaplicativos (pagos), correspondentes às faixas do álbum. Um exemplo: a música Virus vem com um joguinho em que um vírus se apaixona por uma célula. O objetivo é matar o vírus, mas se o vírus for morto, o jogo acaba e não se ouve a música por completo.

É um projeto ambicioso, mas que não é gratuito. Ou seja, não é só para fazer graça, pois cada mídia complementa a outra, não deixa de ser um diálogo. Além de tudo isso, é também o resultado do amadurecimento musical de Bjork, que tem viajado o mundo e estudado sons e músicas.

Já estou bem curioso, agora só falta alimentar a vontade.

we only said goodbye in words

É muito triste quando uma pessoa tão talentosa não alcança seu potencial. Amy Winehouse foi a melhor cantora que surgiu na década passada. Voz única, músicas tão pessoais e tão íntimas. Uma pena. Não é hora de ficar falando sobre seus problemas porque só ela sabia do demônio que vivia nela. I died a hundred times.

Minhas apresentações preferidas:

1 – Grammy 2008. Amy não tinha conseguido o visto para entrar nos EUA, então sua apresentação foi em Londres. O nervosismo vira confiança. 

2 – SXSW Festival. Antes do estouro. Amy pura. 

3 – Brits Awards 2008. Ela não concorria a nada, mas apresentou-se ao lado do parceiro Mark Ronson. Na época aparecia mais nos tabloides que em shows, então a apresentação foi um “ressurgimento”. Repare como ela precisa do companheirismo do amigo.

 

Sem querer rogar praga, mas tem tanto pagodeiro e funkeiro que bebe, fuma, cheira… e não morre.

 

nem reconheci

Juro que não reconheci as figuras nesta foto, só o Jason Momoa. Ao seu lado, a khaleesi Emilia Clark e o príncipe encantado Nikolaj Coster-Waldau. Os três, mais Lena Headey, Peter Dinklage, Kit Harrigton e os criadores e produtores David Benioff e D.B. Weiss foram a Comic-Con falar sobre Game of Thrones. A conversa foi mediada pelo autor da série de livros, George R. R. Martin.

Durante o evento, os produtores falaram que a adaptação não vai seguir a dinâmica livro por temporada, pelo menos a partir da terceira. Como o terceiro volume é muito grande, provavelmente durará uma temporada e meia ou até duas, além de conter grandes reviravoltas. As gravações da segunda temporada começam na  semana que vem e Martin pediu doações da plateia  para reforçar o orçamento para cena da batalha de Água Negra. Mal posso esperar!

fall season 2011

O intervalo entre as temporadas está quase acabando e já é hora de ver no  que a televisão americana vai apostar.  À primeira vista, tem fantasias de gosto duvidoso, dramas cafonas e muitas comédias vagabundas. Vamos ao que interessa, ou que me interessa.

The Playboy Club

Sei não, parece mais American Dreams que Mad Men. As coelhinhas na Chicago dos anos 1960. A NBC investiu muito neste piloto e tem o veterano Brian Grazer como produtor. Só vendo.

Smash

Tem sido chamada de Glee para adultos. É sobre a montagem de um musical da Broadway sobre a vida de Marilyn Monroe. O  elenco é um dos motivos para ver a série: a american idol Katherine McPhee, Debra Messing, Angelica Houston e Jack Davenport. O trailer também me animou bastante.

Up All Night

É comédia de casal tentando equilibrar a criação de um bebê e trabalho, mas tem Will Arnett, Christina Applegate e a incrível Maya Rudolph, além do Dylan de Modern Family. Tomara que seja boa! Trailer aqui.

Alcatraz

Convenhamos que nem tudo que J. J. Abrams faz para a tv dá certo, mas eu e Fox temos esperança em Alcatraz. Na série, um agente do FBI, uma detetive e um escritor investigam o reaparecimento de detentos de Alcatraz que desapareceram décadas atrás. E sem terem envelhecido. Tramas muito mirabolantes acabam virando um rocambole na televisão, pelo menos vai dar para ver o Sam Neill e matar a saudade do Hurley de Lost.

Pan Am

E finalmente Pan Am, a única estreia da ABC que quero realmente ver. O glamour da década de 1960, época em que quem trabalhava na aviação era como ser estrela de cinema. E tem Christina Ricci de volta! Trailer aqui.