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Mal consigo olhar. Mentira, mas quase. Já faz tempo que eu considero Michael Fassbender um dos atores mais interessantes da atualidade – se você tem dúvidas, veja Fish Tank, Hunger e Sem Saída. O fato é que ele virou sensação nos últimos anos, foram sete filmes lançados em dois anos e, com exceção de Jonah Hex, todos fizeram relativo sucesso. Agora ele é capa da Hollywood Reporter, que o consagra como o ator do momento.

Na reportagem, ele fala sobre as dificuldades dos primeiros anos como ator, o apartamento sem aquecedor que dividiu com uma brasileira e o sucesso atual. Os diretores são unânimes ao falarem sobre o profissionalismo e seriedade de Fassbender, mas quem melhor o define é Steve McQueen, que o dirigiu em Hunger e Shame, e talvez por isso ele me atraia tanto. “Ele vira o jogo. Ele tem uma vulnerabilidade e sensualidade muito fortes. Ele é muito feminino, ao mesmo tempo em que é muito masculino. É isso que o leva a grandes papéis”.

E sobre sua nudez explícita frontal em Shame, Fassbender diz que só viu o filme uma vez, ao lado do pai, no Festival de Veneza. Segundo ele, o pai ficou “muito orgulhoso”.

Shame tem previsão de estreia para o dia 2 de março. Ainda este ano, ele poderá ser visto também em À Toda Prova (30/3) e em Prometheus (8/6).

Um Comentário

  1. É, né? Não é pra qualquer um. Literalmente, em todos os sentidos…


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