O ato de contar histórias é muito interessante porque meras palavras contadas numa ordem e no andamento certo conseguem nos fazer emocionar, rir, chorar e ter medo. Eu adoro uma história de horror, gosto de filmes de terror (não de todos os tipos), morro de medo, mas vejo. Não sei explicar bem, mas é a mesma alegria de andar numa montanha-russa. Quando o homem abaixa aquela barra de segurança, eu me pergunto “que que eu tô fazendo aqui?” e sempre acho que vou morrer, que meus órgão vão sair pela boca ou que meu coração vai explodir. E depois eu quero mais.
Psicólogos dizem que o gosto pelo terror é uma forma de enfrentar os próprios medos. É usar psicopatas, fantasmas, monstros, zumbis e espíritos como metáforas. Não sei até que ponto eles estão certos, mas toda história de terror acontece com pessoas comuns, nada excepcionais, e isso faz toda a diferença como espectador.
Nunca tive experiência realmente paranormal, coisas estranhas e sem explicação já aconteceram comigo, mas ver mesmo, nunca. Só o quarto que foi dos meus primos no apartamento que hoje está desocupado. Desde sempre nunca gostei daquele quarto e da última vez que estive lá, senti que ele estava me comprimindo. Uma sensação muito pesada. Comentei isso com minha irmã e ela disse que sentia o mesmo, por isso não entra mais lá. Uiuuuuu.
De vez enquanto, uma vozinha sopra no meu ouvido dizendo “não confia nele”, “pegue outro caminho”, “não esqueça o celular”. Pode ser sexto sentido, anjo da guarda, instinto… Mas todas as vezes em que eu ouvi a voz, me dei bem. Já em filmes de terror, se você ouvir um barulho estranho no porão, vá ver o que é, por favor!
Nos comentários, me indique bons filmes de terror e suspense (são tão difíceis quanto os de ficção-científica), estou sempre à procura de um, e conte sua experiência sobrenatural. Às vezes eu acho que já fui abduzido.








